sábado, 29 de dezembro de 2012

Guidão dobrável facilita armazenamento e garante mais segurança

Encostar a bicicleta em um corredor passa a ocupar menos espaço; sistema também reforça segurança

Fotos de divulgação

Guidão dobrável facilita encostar a bike na parede

Para facilitar a vida de quem vive encostando a bike no corredor, mas o guidão atrapalha a passagem, o designer Joe Wentworth apresentou a proposta do guidão dobrável.
O designer garante que o conjunto pode substituir já existente com facilidade. Com o guidão dobrável, fica mais fácil encaixar a bicicleta na mala-bike, por exemplo, além de oferecer mais segurança em sistemas antifurto.













Publicado em 26 de dezembro de 2012 no site da revista BIKEMAGAZINE.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Capacete de papelão Kranium absorve três vezes mais impacto

Produto batizado de Kranium é 15% mais leve que os modelos comuns

Fotos de divulgação

Capacete de papelão Kranium chega ao mercado

O papelão está sendo cada vez mais usado como matéria-prima por causa de sua versatilidade. Depois das bikes de papelão, surge no mercado uma proposta de capacete de bicicleta projetado com o material.
O estudante Anirudha Surabhi, da Royal College of Art, é o autor do projeto, previsto para chegar ao mercado ainda em dezembro.
Ele garante que seu capacete é 15% mais leve do que os normais e absorve até três vezes mais o impacto durante uma colisão.



Interior do Kranium é formado por papelão montado como um favo de mel


Por causa do papelão, capacete consegue maior absorção de impacto

O estudante teve a ideia do produto, batizado de Kranium, após cair de bike e rachar seu capacete. Ao estudar a melhor maneira de tornar um capecete de bicicleta mais seguro, surgiu o conceito que dá estrutura ao Kranium, formado por papelão montado como um favo de mel.
Após muitos testes, o Kranium mostrou-se bem seguro e até chamou a atenção da equipe de Fórmula 1 Force India, que incorporou a tecnologia Kranium em seus capacetes de corrida.

Veja vídeo do produto:



Publicado em 13 de dezembro de 2012 no sie da revista BIKEMAGAZINE.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Preparador físico explica importância da avaliação física


Preparador físico explica importância da avaliação física na performance

Texto de José Luiz Dantas – jldpessoal@yahoo.com.br



O início da temporada é o momento de traçar metas, com as principais competições e as secundárias. Mas, como se organizar de forma adequada se você não conhecer os pontos fortes e fracos das suas capacidades físicas? Como saberá se está treinando e descansando o suficiente para alcançar seu objetivo?

Se você nem sabe quais são suas principais capacidades que deve treinar, como saberá se está usando o método de treinamento certo para sanar a sua deficiência competitiva? A resposta para tudo está em uma boa avaliação física.

Qualquer bom profissional de Educação Física com formação direcionada para atividades físicas e esportes, ou seja, um preparador físico, deve possuir a capacidade de reconhecer e interpretar os índices de um relatório de avaliação física bem elaborado. Os dados de uma avaliação são os indicadores do ponto de partida, do que se deve trabalhar durante a temporada para você se equiparar e/ou superar os seus adversários. São estas informações que dizem quem é você e como você está para o seu treinador.

http://www.bikemagazine.com.br/wp-content/uploads/2011/04/avaliacao1.jpg

As informações necessárias dependem de cada modalidade. Para as nossas afinidades (mountain bike e estrada), os limiares aeróbio e anaeróbio, não podem faltar. São necessárias informações de indicadores como a potência, a freqüência cardíaca e a percepção de esforço nestes pontos de transição.

Potência e freqüência cardíaca máxima, potência relativa, eficiência de pedalada e ângulo de ataque no pedal também são dados importantes quando avaliados em conjunto dão um diagnóstico geral do atleta.

Também demonstram o que é preciso para dar mais um passo para aproximar você do que é o padrão ideal dos atletas de alto nível da sua modalidade. Diversos destes parâmetros já foram discutidos por bons profissionais aqui na seção “Treino” em matérias anteriores. Mas vale ressaltar a importância da análise conjunta dos dados para um bom diagnóstico e prescrição de treinamento.

Estes parâmetros não servem somente para o público iniciante e amador, e mesmo no caso de atletas, não se restringe à avaliação pessoal. As avaliações servem para os técnicos de equipe, pois com estes parâmetros podemos distinguir quem deve cumprir qual função dentro da equipe, como por exemplo, distinguir passistas, velocistas e sprintistas ou, em outras situações, distinguir a ordem de entrada em uma prova de revezamento. Estes fatores são decisivos tanto na hora da prescrição com ênfase em uma função, quanto na construção de estratégias durante a prova.

Porém, ter os dados e avaliar por si não resolve o caso. Da mesma forma que você leva ao médico especialista um determinado exame, você tem que procurar um bom preparador físico que saiba ler, interpretar e tomar decisões perante a sua avaliação, ou seja, levar a um especialista em consultoria esportiva ou a um centro de desenvolvimento em performance.

Além da avaliação inicial você também precisa de reavaliações durante o ano. Geralmente sempre na metade e no final de um período de treinamento de uma capacidade específica.

Você não precisa fazer todas as avaliações que você faz ao iniciar o ano, mas a necessária para ver as modificações no principal índice que representa a capacidade física treinada naquele período. A avaliação na metade do período de treinamento é para ver se o método está correspondendo e se a capacidade almejada está melhorando. Se não estiver, seu preparador terá metade do período para corrigir a estratégia e obter melhores resultados na avaliação final. Não adianta chegar lá no final e ver que você não melhorou, ou que a melhora foi mínima. Lembre-se que a grande manha do treinamento é o controle, uma vez que os organismos respondem de forma diferente ao treinamento.

Sempre procuro trabalhar com a experiência unida a ciência do treinamento, e a avaliação é uma forma de fazer esta ligação. Estes procedimentos foram cruciais para a evolução dos meus atletas no ano passado, em especial o campineiro Renato Ruiz, a um ponto que o levou a ser contratado pela equipe de ciclismo profissional Scott-Marcondes César, de São José dos Campos, em 2010.

José Luiz Dantas
Mestrando em Educação Física pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Bacharel em Treinamento em Esportes pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Preparador Físico de Ciclistas amadores e profissionais.

Publicado em 27 de dezembro de 2011 no site da revista BIKEMAGAZINE.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

ReCycle, a bike feita de alumínio 100% reciclado

Conheça o projeto de empresa de Los Angeles que já tem quatro modelos de bicicleta

Fotos de divulgação


A empresa ReCycle, da Califórnia (EUA) lançou um projeto para produzir bikes feitas de tubos de alumínio 100% reciclados e quer se tornar a opção mais verde de transporte disponível no mercado.



Já há protótipos circulando pelas ruas de Los Angeles. A ReCycle conta com quatro modelos.
A particularidade do quadro é que ele não tem o tubo vertical de selim.



Outro detalhe é o garfo, que segue um desenho inédito. O sistema de transmissão é o Belt Drive, que utiliza correia dentada no lugar da tradicional corrente.
O projeto está em busca de apoiadores no site Kickstarter. Veja mais aqui


Publicado em 6 de dezembro de 2012 no site da revista BIKEMAGAZINE.

Conheça a Rizoma 70/011, uma italiana de carbono e design arrojado

Conheça a Rizoma 70/011, uma bike urbana italiana feita em fibra de carbono e design arrojado

A Rizoma 70/011 vem com dois pinhões e pode ser usada como uma bike fixa

A empresa italiana Rizoma, conhecida por seus acessórios para o mercado motociclístico, acaba de lançar sua primeira bicicleta. O modelo 70/011 é uma bike voltada para o uso urbano que tem como destaque seu design arrojado.

 O belo conjunto mesa e guidão, usinados a partir de um bloco de alumínio

O quadro, de linhas curvas, é feito de fibra de carbono e tem vários componentes usinados em CNC a partir de blocos de alumínio, como a coroa, o conjunto guidão e mesa, as gancheiras e os pedais. O retrovisor (opcional que custa US$ 100) vai embutido na manopla e é dobrável. O conjunto é uma verdadeira obra de arte.
Em vez de corrente, a bicicleta utiliza o sistema de correia Gates Carbon-Drive e vem de fábrica com a relação 55×22. A bike não tem marchas e vem com duas catracas, um deles  fixo. A bike só tem freios na roda dianteira, como convém a uma autêntica fixa.

 O pedivela é uma obra de arte e a transmissão é por correia

O quadro é fabricado num único tamanho que atende ciclistas com estatura entre 1,65m e 1,90m. Outro diferencial da 70/011 é a ausência do tubo vertical. O canote de selim vai inserido numa abertura na extremidade do tubo horizontal.
A bicicleta é comercializada por enquanto apenas na cor branca fosca e preto brilhante. O peso é de 8 quilos e o preço na Europa é de € 3.700.






Mais informações no site http://www.rizoma77011.com


Publicado em 11 de novembro de 2012 no site da revista BIKEMAGAZINE.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Confira seleção de aplicativos para ajudar na pedalada

Os 20 melhores apps para quem pedala; tem opções para quem quer emagrecer, GPS de navegação e monitorar os treinos

Texto de Marcos Adami – Bikemagazine
Texto publicado com autorização da revista Bike Action
Fotos de divulgação
Com a popularização dos smartphones, novos aplicativos são lançados todos os dias. Basta uma busca na internet para conhecer os programas que turbinam o telefone e o transforma em uma verdadeira ferramenta para incrementar as pedaladas.

Seja para o sistema Android, Blackberry, Nokia ou para os desejados aparelhos da Apple, há uma infinidade de aplicativos, gratuitos ou pagos. Chamados simplesmente de “Apps”, há para as mais variadas tarefas, desde verdadeiras centrais de monitoramento de treinos, passando por guias de turismo, navegador GPS e até guias de manutenção.
Selecionamos 20 que interessam a diversos tipos de ciclista, iniciante, amador ou profissional.

REDES SOCIAIS

Strava
Um dos softwares de maior sucesso entre ciclistas é o Strava. Mais que um aplicativo, o Strava é uma rede social que agrega as facilidades de um programa de treinamento, uma ferramenta de rastreamento (tracker) por GPS com a possibilidade de compartilhar esses dados diretamente no site. O Strava registra todas as pedaladas e parâmetros do treino, como batimento cardíaco, trajeto, altimetria, velocidade, tempo, distância etc. O diferencial está em poder comparar seus dados com os de outros membros da comunidade, competir entre si e postar os resultados no Twitter e no Facebook, além de seguir outras pessoas e ver o que estão fazendo.
Outra ferramenta interessante é a “Segmentos”, que permite que se escolha um trecho qualquer – uma subida, por exemplo – para comparar o tempo de cada um naquele trecho, criando uma espécie de ranking para todo mundo que passar naquele trajeto. O download do aplicativo é gratuito, mas o uso do site é limitado, com direito a registrar até cinco treinos por mês, mas o acesso a algumas funções é restrito. O plano Premium custa US$ 59 por ano e dá acesso total a interessantes ferramentas de treinamento, como análise dos batimentos cardíacos, de força e da velocidade ascensorial média (VAM), ranking por idade e peso do atleta etc.
O ciclista tem que ter um ciclocomputador ou celular com GPS. Serve também para corredores. www.strava.com

Sports Tracker – Grátis – iOS e Android


Mais difundido no Brasil, o aplicativo é utilizado inclusive por ciclistas profissionais como André Pulini, da equipe de Americana, que utiliza o aplicativo desde dezembro de 2011 e compartilha diariamente os treinos no Facebook, rede social que integra todos os usuários do aplicativo.
O Sports Tracker existe desde 2004 e foi criado por ex-funcionários da finlandesa Nokia, uma das pioneiras em aplicativos de GPS para celulares.
O programa grátis – para iPhone, Android, Windows e Nokia – registra dados como velocidade, tempo de pedalada, distância, ganho de altitude e batimento cardíaco. O ciclista pode inclusive tirar fotos do percurso e postar instantaneamente, e até mesmo compartilhar a música que foi ouvida.
Até o mês de março a empresa afirma que seus usuários espalhados em mais de 200 países percorreram mais de 170 milhões de quilômetros. www.sports-tracker.com
Endomondo – Grátis – Android, Windows, Polar, Garmin, Blackberry, Nokia e iOS
Desenvolvido por três amigos dinamarqueses, o Edmondo é bastante difundido entre os  europeus e traz algumas das facilidades oferecidas pelo Strava. As atualizações são imediatas, basta sair para treinar e ligar o aparelho para que sua atividade seja atualizada instantaneamente com destaque na capa no site.
O ranking dos membros da comunidade também é atualizado a todo instante. O aplicativo registra a velocidade, distância, percurso e as calorias e gera aviso sonoro a cada quilômetro percorrido. Dá também para trocar mensagens instantâneas durante a pedalada com os amigos da comunidade e desafiá-los amigos para um “racha” virtual em determinado trecho.
O plano básico é grátis, mas há também a opção de uma plano anual por US$ 39 que oferece um acompanhamento mais elaborado dos treinos de cada ciclista. www.endomondo.com

GLOSSÁRIO

  • Aplicativo – Programa feito para rodar nos smartphones e tablets
  • Android – Sistema operacional desenvolvido pelo Google e adotado pela maioria absoluta dos smartphones e tablets

REGISTRO DE PEDALADAS

Há dezenas de bons programas que têm como objetivo auxiliar o ciclista a manter o registro completo das pedaladas com dados como trajeto, altimetria, calorias consumidas, batimentos cardíacos, distância percorrida, velocidade média e muito mais.
Garmin Fit – iOS e Android – US$ 1
Desenvolvido pela famosa marca de aparelhos de GPS, o aplicativo registra a velocidade instantânea, a distância percorrida, o percurso e as calorias.
Cyclemeter – iOS e Android – US$ 2,99
Muito completo e versátil, o Cyclemeter ganhou o prêmio de melhor aplicativo de saúde e fitness da Apple em 2011. Mostra e registra todas as informações importantes de uma pedalada com ajuda do GPS. Para ligar ou pausar o sistema basta um toque na tela ou no controle remoto do fone de ouvido. Com o adaptador (Wahoo Fitness) marca também a cadência da pedalada. Dá para compartilhar os treinos diretamente na rede social usando o Twitter ou o Facebook e competir contra si mesmo ou com amigos que usam o app, baixar tracks do Google Maps, exibir os resultados em diferentes tipos de gráficos e muito mais.



iMapMyRide – iOS, Blackberry e Android – Grátis
Tem bastante adeptos no Brasil e também funciona como uma rede social em que se pode compartilhar os treinos por e-mail, Twitter ou no Facebook. Os dados também podem ser transferidos para o site – muito parecido com o Edmondo, por sinal – para comparação entre os membros da comunidade.
O aplicativo tem também versões para equitação, triathlon, caminhada, corrida e hiking. www.mapmyride.com

MANUTENÇÃO

Bike Repair – Android e iOS – US$ 2
Um guia prático com 42 páginas que ensinam a resolver mais de 70 problemas mecânicos. Tem mais de 230 fotos detalhadas que explicam passo a passo como ajustar a bike, regular câmbios, freios, trocar os pneus, consertar a câmera de ar, substituir diversas peças e solucionar os mais diversos problemas.
Bike Doctor – iOS e Android – US$ 5
Traz dicas de limpeza, lubrificação e conservação, ensina os 25 consertos mais comuns numa bike e também ajuda a identificar problemas de acordo com os barulhos emitidos pela bike.
Cycling Calculator – Android e iOS – US$ 1
Para ciclistas com aptidão mecânica esse aplicativo calcula as relações de marchas,  andamento (quantos metros a bike percorre com determinada relação coroa x pinhão), mostra circunferência e o perímetro de diversas combinações de roda + pneus, simula diferentes combinações de marcha, calcula também a cadência e a velocidade a partir de determinada relação fornecida. Estima ainda a velocidade de um ciclista com base em variáveis como potência, elevação, temperatura, atrito com o solo, velocidade do vento, inclinação do terreno, área frontal, arrasto aerodinâmico e eficiência da pedalada. É perfeito para ciclonerds que querem ter uma ideia do tempo que será gasto em triathlon e outras provas de longa duração.

COMPUTADORES DE BORDO

A lista de aplicativos que transformam o telefone num ciclocomputador turbinado é muito extensa. Tem para todos os gostos. Alguns são intencionalmente bem simples e mostram apenas o básico, outros são fazem uso do GPS e ajudam a traçar rotas e registram os caminhos percorridos.
LiveRider – iOS – Grátis
Traz 15 funções, incluindo indicador de calorias, potência, sensor de cadência, elaboração de gráficos, modo Chase Rider, função que armazena dados e permite que o ciclista bata seus próprios recordes de treinamento. Os dados podem ser transferidos por e-mail e transformados em planilha.



Velodroid – Android – Grátis
Faz uso do GPS para manter um registro das pedaladas. Apesar dos gráficos simples, as informações mostradas na tela são bem claras e diretas. Mostra a altimetria, a inclinação do terreno, velocidade, tempo, ganho de altitude, a imagem do mapa e tem uma utilíssima ferramenta que auxilia na hora de fazer os treinos intervalados. Os dados podem ser transferidos para qualquer rede social e também para o Strava.

VIAGEM

A lista de aplicativos para quem vai viajar e utilizar a bike no exterior é praticamente infinita. O ideal é pesquisar os aplicativos para cada cidade que se planeja visitar.
Bike Rio – Grátis
Aplicativo permite acessar o sistema de aluguel de bicicletas na Cidade Maravilhosa e serve para fazer o cadastro, comprar os tickets, retirar as bikes nas estações e localizar as estações.
World Bike – Grátis – Android
Com foco nos services de aluguel de bicicletas compartilhadas, o aplicativo cobre dezenas de cidades principalmente da Europa, incluindo o famoso serviço parisiense Vélib.



Cycle Hire Widget – Android – R$ 5,49
Com foco nas bikes de aluguel, é o mais popular e bem classificado no segmento de bikes públicas em Londres. Informa em tempo real a disponibilidade de bicicletas nas estações em 35 cidades mundo afora, inclusive Rio de Janeiro.
Spokes NYC – Para Iphone – Grátis
Auxilia a traçar o trajeto mais seguro a ser percorrido de bicicleta no trânsito maluco da maior cidade dos EUA dando preferência a ciclovias, parques municipais e ruas secundárias. Também sugere roteiros e pontos turísticos, localiza bike shops e bicicletários e tem ainda a função de relatar ocorrências de roubos e furtos de bikes.

GAMES

Ainda faz falta um bom videogame para smartpone que atrai a atenção dos ciclistas.
Mountain Bike Mayhem – Android – Grátis
É um game bem simples, de gráficos bem modestos, mas dá para matar o tempo pilotando uma mountain bike num terreno bem desafiador.
Cogmon Bike – iOS – US$ 9,99
Feito em parceria com o fabricante do rolo de treino Minoura, o Cogmon Bike é um game que simula uma corrida de bike, seja no velódromo, circuito urbano, contrarrelógio individual ou na estrada. O gráfico é de primeira e o programa fornece e armazena os dados de velocidade, cadência de pedalada (precisa do sensor da Wahoo Bike) e batimento cardíaco.

DIVERSOS

iLoseWeight – iOS e Android – US$ 2
Esse aplicativo ajuda no controle da perda (ou ganho) de peso. Ele é útil para registrar os dados corporais como peso, proporção corporal entre gordura, músculos e água, medida da circunferência de várias partes do corpo, além de dados coletados em exame laboratoriais como triglicérides, colesterol etc.



O atrativo está em poder apostar com outro amigo quem perde mais peso em determinado período. Tem versões para iPhone e iPod.
UCI – iOS – Grátis
Traz diretamente do site oficial da UCI notícias, fotos, vídeos e transmissão ao vivo dos principais eventos de todas as modalidades do ciclismo.
Protetor de tela
Site do publicitário Martin Montingelli oferece gratuitamente criativos protetores de tela para smartphone com a bicicleta como tema. www.bikeforever.com.br

Publicado em 21 de novembro de 2012 no site da revista BIKEMAGAZINE.

Móveis e objetos de decoração a partir de peças de bicicleta.

Cadeiras, luminárias e até mesmo um portão estão entre os exemplos de utilização

Fotos de divulgação

Cadeira da Bike Furniture, que recicla peças de bicicleta para compor suas peças


Abajur para amantes das bikes

Peças de bike ou até mesmo bicicletas praticamente inteiras se transformam em móveis e objetos de decoração. Nos Estados Unidos, Andy Gregg, da Bike Furniture, é um dos mais atuantes no segmento.

Veja alguns exemplos de reciclagem de bikes. Visite o site da Bike Furniture.

A bike se integra ao portão e dá um toque a mais no visual


Sofá feito a partir de reciclagem de selins

Publicado em 26 de novembro de 2012 no site da revista BIKEMAGAZINE.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Bike de balanço




Esta bicicleta da foto acima provavelmente o fez lembrar das tradicionais cadeiras de balanço feitas de madeira com contornos arredondados. A relação não é por acaso: o modelo é resultado da parceira entre o designer inglês Andy Martin e a fábrica de móveis Thonet, que desde o começo do século 19 aposta no conceito de mobílias sem parte pontiagudas.

Criar uma bicicleta futurista, mas que ao mesmo tempo parecesse a velha cadeira de balanço da vovó, certamente foi uma maneira de mostrar que o design dos móveis Thonet resistiram ao tempo -- e que, além de tradicionais, são peças modernas.

Dar uma cara exótica foi um dos desafios de Andy ao elaborar o projeto. Quadros feitos de madeira – ou bambu – estão longe de substituir os levíssimos e aerodinâmicos protótipos de fibra de carbono. Mesmo assim, levando a ideia de inovação a sério, o designer inglês optou por uma fixed gear (estilo que resgata a tradição das bicicletas), sem freios e com rodas modernas de fibras de carbono. Segundo o site da revista de design Core 77, as bikes Thonet serão  produzidas em uma edição limitada, e em breve cada uma poderá ser adquirida por £ 43 mil (ou US$ 70 mil).

Apesar de serem bicicletas “pedaláveis”, é mais provável que o comprador a coloque na sala de estar ao lado das cadeiras Thonet, em vez de rodar na rua ou na estrada.

Fonte: Gooutside

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Bike copia estrutura óssea dos dinossauros


Muito em comum com os dinossauros, a bike de Downhill-Freeride  projetada pelo designer espanhol Israel Antunez une força, flexibilidade, baixo peso e é inspirada por aquilo que a natureza criou a milhões de anos. Os traços, as curvas e a espessura variável do quadro feito em alumínio A1 hidroforme, otimiza a propriedade deste metal para melhor performance. 
Incrível é que esta bike possui um sistema digital e fibra ótica, que controla o acionamento dos freios hidráulicos e suspensão, interagindo com movimentos e pressão exercidos em vários pontos. Uma bomba hidráulica de alta precisão instalada na traseira lida com a troca de marchas eletrônica e também aperfeiçoa as freadas. 
Ainda mais inovador é a Computador de bordo no guidão, fazendo com que o biker interaja com o funcionamento da sua máquina.  Este display também oferece diversas informações tais como direção, temperatura e cadência. 
LEDs foram estrategicamente colocados na suspensão dianteira para melhor visibilidade na ausência de luz. 

Fonte: Biocicleta

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Alimentos que Devemos Evitar Antes de Treinos ou Provas.

O QUE NÃO COMER ANTES DA PROVA!


Muito se fala e se especula sobre quais alimentos e /ou suplementos são melhores (ou mesmo ideais) para serem consumidos antes de provas e treinos. Mas, poucas pessoas se lembram que há alimentos que devem ser evitados nessas situações. Alguns estudos realizados com atletas mostram que determinados nutrientes, ou mesmo alimentos, podem interferir negativamente no rendimento, podendo comprometer a prova muito mais do que imaginamos. A seguir alguns exemplos de alimentos que costumam não “cair” bem quando consumidos no dia ou no dia anterior à provas. Claro que não é uma regra, porque cada organismo reage de uma forma, mas são informações importantes na escolha de uma ou outra preparação.

1.                    Alimentos gordurosos: alimentos com alto teor de gorduras digerem mais lentamente e não são recomendados nos dias de provas.  Frituras e carnes como picanha devem passar bem longe do almoço daqueles que competirão à tarde. Excesso de manteiga ou margarina no pão do café também não é das melhores alternativas. Chegar com o estômago pesado na prova é ruim porque o organismo irá concentrar parte do fluxo sanguíneo para a digestão. Para evitar a má digestão, invista em carnes magras e laticínios desnatados e evite frituras e molhos cremosos.
 
2.                    Excesso de fibras: as fibras alimentares são nutrientes essenciais para uma alimentação saudável. Porém, em dias de competição elas podem ter ocasionar um “efeito adverso”, principalmente para aqueles que não estão acostumados. Não são raros os casos de atletas que apresentam diarreias durante provas de diferentes modalidades. Como as fibras auxiliam o funcionamento intestinal, no dia da prova recomenda-se evitar verduras cruas e frutas com casca (além de alimentos integrais com alto teor de fibras). Na hora de escolher as frutas, prefira a banana ou maçã e pera sem casca e opte por verduras e legumes cozidos.
 
3.                    Alimentos “perigosos”: pode até parecer óbvio, mas tem muita gente que decide comer algum alimento novo, ou vai a um restaurante mexicano, no dia anterior à prova. Qualquer alimento diferente daqueles que você está habituado a consumir podem gerar desconforto abdominal e diarreia. Pimentas estão na lista dos que devem ser, e muito, evitados.
 
4.                     Leite e derivados: os laticínios são produtos que devem ser consumidos com cautela. Existem muitos adultos com intolerância à lactose (não conseguem digeri-la) que podem ter desconforto gastrintestinal se consumirem tais produtos. O recomendado para quem sente desconforto ao consumir lácteos é dar preferência para iogurtes. Os iogurtes são mais facilmente digeridos, inclusive por quem tem intolerância, devido à presença de microrganismos. Mas, muito cuidado com o iogurte que você consome. Existem marcas no mercado que são próprios para regulação intestinal.
 
Lembrem-se que saber o que consumir e também o que não consumir antes e durante as provas pode ser um passo importante na melhora do rendimento.
Milena M Pires

Retirado do Blog do Professor Hélio Souza.

Cuidados Sérios e Importantes com a Alimentação e Hidratação

Olá amigos,
No domingo dia 25 de novembro, o grupo Super 20 fez uma trilha média em torno do açude Gavião em Itaitinga (seguem fotos abaixo). Saímos pedalando do nosso ponto de concentração na Av. Washington Soares, 2565 por volta de 06:15h e fomos para a trilha.


Até o meio da trilha nosso cronograma estava ótimo levando em conta o tempo, más do meio para o final, precisamos alterar a rota, não completando o percurso pretendido devido o que nós chamamos de “prego de alimentação e principalmente de hidratação. Alguns membros do grupo subestimaram o percurso e não levaram água suficiente (item que as vezes é mais raro que refrigerante em algumas localidades).
Pensando nisso vou divulgar algumas dicas importantes de ciclistas experientes como o Márcio Ravelli e o Márcio May, que são colaboradores da revista Bike Action e que publicaram na edição deste mês estas dicas:
Kit de Hidratação e dicas para treinos longos no verão (compilado da matéria com mesmo nome de Márcio Ravelli):
Durante o verão muitos atletas sentem dificuldade para treinar no calor, principalmente em pedaladas longas, conseguir completar os treinos sem sobrecarregar os rins é um dos maiores desafios. Para estas situações eu uso uma receita aprendida com minha esposa:
Como fazer o Kit:
  • Em 2 litros de água mineral ou de coco dissolva 2 scoopers de R4 (suplemento) ou similar;
  • Adicione 1 frasco de Ornitagin ou Forten (poliaminoácido);
  • Dissolva 1 Tagifor C;
  • Dissolva 1 sachê de vitamina C com glicose;
  • Coloque 4 capsulas de BCAA;
  • Misture tudo e coloque na garrafinha ou mochila de hidratação.
  • É interessante começar esta hidratação um dia antes de grandes competições para já chegar bem hidratado.

Mais dicas de Márcio Ravelli:
  • No verão dê preferência para treinar cedo do dia saindo as 5:30h ou próximo ao fim do dia, evitando o sol forte e desgastante;
  • Não espere sentir sede para tomar líquidos, quando isso acontece é porque você  já estar em processo de desidratação. Beba líquidos preventivamente e sempre que sentir a boca seca. Se não tiver o kit acima use água ou isotônico. Lembre-se que a hidratação não é exclusiva dos dias de treinos ou competição, ela deve fazer parte da sua rotina diária;
  • Use roupas leves que permitam a pele respirar, com cores mais claras para refletir melhor os raios solares. Usar luvas sem dedo é indicado, menos no caso de trilhas com pedras e espinhos;
  • Use sempre protetor solar e loção hidratante para evitar a queimadura e ressecamento da pele além de evitar que você fique marcado nas pernas e nos braços pelo sol.

Alimentação Durante as Pedaladas (compilado da matéria com mesmo nome de Márcio May):
Alguém já ouviu falar em “Prego de Fome”?
É uma expressão usada pelos ciclistas para indicar quando a energia acaba e não há força para continuar por falta de alimentação. É impressionante, você pode vir num bom ritmo, se não se alimentar, na hora que bater a fome já será tarde, o rendimento cai brutalmente, o que poderá levar até ao abandono da prova. E não basta voltar a comer quando isso acontecer porque levará um tempo para o organismo reagir.
Pregar de fome é horrível, em um treino eu cheguei a “pregar” e fiquei procurando nas calçadas algo para comer até que encontrei uma padaria e parei e pude me recuperar.
Pedalar em asfalto ou terra desgasta muito o organismo, perdendo bastante líquidos, sais e calorias. Quando o estoque de glicogênio (carboidrato que fica estocado no corpo) muscular e hepático atingem níveis muito baixos, existe a possibilidade de ocorrer a fadiga muscular, para manter o rendimento é preciso se hidratar e alimentar.
No início de tudo não se ouvia falar de carboidrato gel, levávamos até chocolate para os treinos, o que acabava por ser um problema, pois o chocolate possui muito açúcar e acabava causando uma hipoglicemia de rebote que é quando uma grande quantidade de açúcar desencadeia uma reação acelerada do fígado que produz uma grande quantidade de insulina pra balancear o açúcar gerando uma queda rápida da glicose, ou seja, causando o efeito contrário.
O que fazer para repor as energias durante os treinos:
  • Procure comer bastantes carboidratos – pães, massas, arroz, batata – pelo menos de 2 a 3 horas antes das competições;
  • Durante as provas procure repor as energias com carboidratos de cadeia complexa como os carbogels, que são absorvidos lentamente e evitam a hipoglicemia rebote;
  • Os carbogels devem ser tomados com bastante líquidos para facilitar a absorção completa. O ideal é que você tome um sachê de 30g a cada 45 minutos.
  • Em pedaladas muito longas o ideal é que o estomago não fique vazio, ai é recomendado que você coma algo sólido como uma banana ou o famoso sanduiche de queijo com goiabada, que pode ser dividido em pedaços e enrolado em papel alumínio para o transporte.


Lembrem-se que tudo isso deve ser seguido de uma boa hidratação, água nunca vai ser demais, leve sempre o máximo que você puder para uma trilha.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Bike elétrica da Ford


Ford apresenta bicicleta elétrica E-Bike Concept

21/09/2011 12:36 - Por Marcelo Brettas para o site da Revista 4Rodas

Ford E-Bike Concept Foto: divulgação Ford E-Bike Concept
A Ford ainda não planeja abandonar a produção de veículos de quatro rodas, mas demonstra estar atenta aos novos conceitos e possibilidades de mobilidade urbana, em especial ao mercado de bicicletas e motos elétricas que deve atingir a cifra de 140 milhões de unidades vendidas no mundo dentro de cinco anos.

Com um quadro de perfil trapezoidal construído em alumínio e carbono o E-Bike pesa apenas 2,5 kg. As rodas de seis raios têm desenho em V e as baterias de lítio ficam escondidas no interior do quadro e são responsáveis por alimentar o pequeno motor instalado no cubo da roda dianteira, enquanto a transmissão final substitui a tradicional corrente por uma correia dentada de carbono. O modelo dispõe ainda de um sistema de reaproveitamento de energia (tanto dos freios quanto dos pedais) similar ao utilizado nos bólidos de Fórmula 1 que, segundo a marca, lhe garante uma autonomia de cerca de 85 km.

Mas, se a bateria acabar ela vira uma bicicleta convencional com câmbio Shimano Alfine de 11 marchas e manopla Shimano Rapidfire que continuará te levando a qualquer lugar, apenas com um pouco mais de esforço, é claro!

Crise e gasolina cara fazem a Itália aderir à bicicleta elétrica




 Liliana Ginanneschi se casou recentemente em uma cerimônia na Prefeitura de Roma. Para não ficar presa no trânsito, foi de bicicleta elétrica. Fez mais: alugou bicicletas também para os convidados, para que ninguém perdesse o momento do "sim".
"Quando a cerimônia acabou, subimos nas bicicletas e fomos para a festa", contou a diretora de cinema. "Dois convidados gostaram tanto da ideia que acabaram comprando uma bicicleta elétrica".
O famoso trânsito de Roma, o alto custo da gasolina, a falta de lugar para estacionar, uma rede de metrôs limitada e frequentes greves no transporte público estão levando o italiano a explorar outras formas de se locomover. Com o motorzinho movido a uma bateria recarregável, para ajudar nas pedaladas, a bicicleta elétrica vem ganhando popularidade na capital italiana.
Embora não haja dados oficiais, o chefe-adjunto da polícia municipal de Roma, Diego Porta, confirma que o uso da bicicleta elétrica vem crescendo na capital italiana - até entre as forças de segurança, onde já há oito em uso. "Parece uma saída natural contra o custo de vida mais alto, com coisas como o preço da gasolina", diz.



Na Itália, o preço do litro da gasolina chegou a mais de € 2 (aproximadamente R$ 5,28) no meio do ano, por culpa da alta dos preços do petróleo e de um novo imposto sobre combustíveis no país. Hoje, o preço está em cerca de € 1,80 por litro.
Em toda a Europa, a venda de bicicletas elétricas subiu durante a crise, afirma Kevin Mayne, da Federação Europeia de Ciclistas, em Bruxelas. Já a venda de carros na Itália vem caindo. Em setembro, o volume de licenciamento de novos veículos foi 26% inferior ao de um ano atrás; baixando a níveis da década de 1970. As vendas de motocicletas também declinaram.
Já a procura pela bicicleta elétrica - que, ao contrário de motocicletas e das Vespas, não exige seguro, pagamento de imposto sobre circulação nem gasto com gasolina - está subindo.
A Ancma, a associação italiana de ciclos e motociclos, espera que a venda de bicicletas elétricas cresça pelo menos 10% no próximo ano.
"O interesse hoje é fenomenal. Potenciais compradores estão fazendo fila para conferir as bicicletas", diz Franca Camplone, diretora de vendas no varejo da companhia de energia renovável Enel Green Power, que calcula que 50 mil bicicletas elétricas serão vendidas em toda a Itália este ano - em comparação com praticamente zero cinco anos atrás. A empresa começou a vender o veículo em setembro e lançou uma campanha para promover a bicicleta elétrica como presente de Natal.
"Estamos pasmos com o número de pessoas que chega a nossas lojas para comprar ou buscar informações sobre uma bicicleta dessas", disse Valerio Verrino, dono da Ecovia, loja de bicicletas elétricas perto do Coliseu.


Segundo Verrino, o preço de uma bicicleta elétrica com marcha varia de € 950 a € 2.000 - cerca de um terço a menos do que o de uma Vespa e menos de metade do custo de uma motocicleta.
Embora a Itália seja um nome forte no ciclismo profissional, a bicicleta convencional nunca decolou como meio de transporte em Roma, cidade de ladeiras e de barbeiragens no trânsito. Segundo uma pesquisa da Eurobarometer de 2011, a bicicleta é o principal veículo de transporte de 4,7% dos italianos, menos do que a média da União Europeia (7,4%) e muito aquém da Holanda (31,2%).
Em Roma, as autoridades esperam mudar a situação. Em setembro, a prefeitura anunciou que vai construir 1.650 quilômetros de ciclovias na cidade e arredores. Hoje, não há quase nada.
O sistema de transporte público é irregular. Em Roma, linhas de metrô não chegam a pontos importantes da cidade, pois antigas ruínas subterrâneas limitam seu alcance. A cidade volta e meia sofre com greves no transporte público.
Roma é a terceira cidade europeia com o trânsito mais congestionado. Empata com Bruxelas e perde para Varsóvia e Marselha, segundo o índice de congestionamento divulgado em julho pela empresa de GPS TomTom.
"Um dia, fiquei tão irritada de não achar um lugar para estacionar o carro perto de um clube no qual ia encontrar uns amigos que decidi voltar para casa", contou Anna Paulis, uma psiquiatra de 42 anos que comprou uma bicicleta elétrica há um ano e meio. "Agora, vou com minha bicicleta para toda parte quase que diariamente".
A Enel Green Power calcula que, na Itália, o motorista de carro gaste a média de 3.600 euros por ano para os 14 quilômetros que roda por dia, em média. Segundo a empresa, quem circula com uma bicicleta elétrica gasta dez euros em eletricidade para rodar a mesma distância.
Fãs da bicicleta elétrica dizem, ainda, que o motociclo é a solução para o velho problema que circular de bicicleta traz para o romano preocupado com o visual: como ir para cima e para baixo sem chegar exausto e suando em bicas.
De bicicleta convencional, "você não chegaria apresentável para um jantar romântico a dois", afirma Tommaso Giacchetti, um rapaz de 28 anos que faz doutorado em engenharia na Universidade Roma Tre. "A aparência é importante

Fonte: Primeira Edição

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Revolights chega ao mercado e promete mais luz para o ciclista urbano

Invento de engenheiros americanos usa LEDs instalados nas rodas


Já chegou ao mercado dos EUA e do Canadá o Revolight, um farol que promete revolucionar o sistema de iluminação das bicicletas urbanas. O diferencial do Revolight em relação aos farois tradicionais é sua instalação nos aros das roda dianteira e traseira. A luz é gerada por 12 LEDs que vão instalados em cada roda.
A iluminação produzida pelos LEDs de 35 Lumen cada produz um efeito de arco, que além de iluminar o caminho garante ampla visibilidade da bicicleta num raio de 360º e aumenta consideravelmente a segurança do ciclista no trânsito.


O produto foi desenvolvido pelos estudantes de engenharia Kent Frankovich e Adam Pettler, que lançaram a ideia no fim de 2010 e resolveram ir atrás de financiamento para desenvolver o projeto.
Com a ajuda do site KickStarter a dupla arrecadou junto a 1.500 parceiros-doadores pouco mais de US$ 215 mil em menos de um ano. O produto já está à venda na América do Norte por US$ 250,00 e deverá chegar a outros mercados a partir de 2013.
O produto está disponível apenas para bikes de aro 700 e 27, em geral usadas em bikes híbridas e urbanas.


A bateria recarregável vai fixada junto ao cubo

O Revolights utiliza 12 LEDs que ficam em dois aros de alumínio que são presos um ao outro por meio de encaixes nos raios da roda. Uma bateria de íons de lítio vai presa ao redor do cubo de cada roda com fitas do tipo zip tie. A bateria é recarrecável via USB ou na tomada residencial e, uma vez carregada, dura 4 horas em funcionamento. Ímãs instalados na roda e um acelerômetro comandam o acendimento e a sincronia dos LEDs.


Os aros do sistema Revolight vão instalados paralelamente e presos nos raios da roda original
O peso total do conjunto é de 700 gramas. A instalação é um pouco complexa e exige cerca de uma hora e meia de dedicação uma boa dose de paciência e talento mecânico.

VÍDEO



Site: www.revolights.com

Publicado em 14 de novembro de 2012 no site BIKEMAGAZINE

Fases da Pedalada.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Manual de reparos e manutenção em Bicicletas



O britânico Chris Sidwells é jornalista, proprietário de uma Bike shop e ciclista de provas de estrada, MTB e ciclocros e já escreveu diversos temas ligados ao ciclismo como biografias de atletas e manuais técnicos, além de escrever e fotografar para revistas especializadas em ciclismo como a Cycle Sports.
Agora ele lança o "Manual de Manutenção e Reparos de Bicicletas" que ajudará aos entusiastas a colocarem a mão na massa. É um manual completo de manutenção de bicicletas, com bastantes ilustrações, um guia prático que usa um método lógico de manutenção: apresentando cada peça de cada tipo de bicicleta e os cuidados para com elas, montagens, desmontagens, manutenção e regulagens.
O livro abrange bicicletas de montanha, de estradas, hibridas e de lazer.

Estar dispoível a vendas na livraria Saraiva por R$ 49,90.